Nem tudo parece ser como realmente é. Algumas coisas ainda estão em desordem.
Há um frenesi de corpos e bocas, mas não há os corpos e bocas. Não há ninguém aqui. Apenas uma alma perdida e sozinha, como uma rosa dos ventos que não sabe pra qual lado apontar, uma bússola quebrada, sem norte.
Que direção me leva até você?

No vento mais fresco
ResponderExcluirrecém saído do morno
dos poros dilatados,
pós aquecidos inteiros,
estende-se entregue
corpo-mapa-caminho
em convite a descobrir
se é rota, navio ou tesouro.
Para sua poesia
Edu Lazaro