27 de julho de 2011

Rosa dos ventos...

Nem tudo parece ser como realmente é. Algumas coisas ainda estão em desordem.
Há um frenesi de corpos e bocas, mas não há os corpos e bocas. Não há ninguém aqui. Apenas uma alma perdida e sozinha, como uma rosa dos ventos que não sabe pra qual lado apontar, uma bússola quebrada, sem norte.
Que direção me leva até você?

Um comentário:

  1. No vento mais fresco
    recém saído do morno
    dos poros dilatados,
    pós aquecidos inteiros,
    estende-se entregue
    corpo-mapa-caminho
    em convite a descobrir
    se é rota, navio ou tesouro.

    Para sua poesia
    Edu Lazaro

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