a fumaça que me mata aos poucos,
os livros... Todos dentro de mim.
Buscando aliviar a dor
que antes era bem vinda e agora
não passa de dor,
caminho quieta no escuro,
página após página,
linha após linha,
nesse emaranhado no sense
que se agrupa em capítulos de mim...
Sem um fim,
o livro permanece fechado.
Um dia quando quiser me ler,
quem sabe eu me abra,
afinal, livros e olhos fechados nunca dizem nada.

Gostei muito!
ResponderExcluirParabéns por vosso poemas, escreve muito bem!
Cuide-se e até breve!
Dellone
@SilenceShadows