4 de janeiro de 2012

Não é preciso estar só para sentir... Solidão.

Niilista demais
Estou, sou e me sinto só
Ainda que cercada de gente por todos os lados
Não passo de uma ilha.
Gostaria de ter algumas verdades
Mas hoje me sinto ignorante sobre tudo.
Onde está a verdadeira poesia das coisas
Lá está minha alma
Dilacerada em versos metrificados
Presos por decassílabos malditos
Que se transformaram em grilhões.
Solitária, a canção não é mais ouvida
Ausente, o coração não é mais sentido
       Imenso, o mundo me amedronta
Mas o perigo me instiga.

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