
Hoje a vida passa diante dos olhos verdes como um filme em slow motion, mas que não dá pra retroceder e ver novamente os detalhes nem mesmo uma pausa é possível... Ela segue devagar e com passos de formiga, mas uma formiga cansada, que não tem morada, nem ninguém esperando por ela em parte alguma.
A sensação de incapacidade e uma tristeza melancólica a acompanham nesse filme enquanto ela se sente perdida e solitária.
Um dèja vu incompleto, não consegue visualizar um final feliz... Levantar e colocar um fim na sessão da tarde chuvosa de domingo é o mais sensato, mas não tem forças nem motivação para isso, então continua com o controle nas mãos, mas não aperta nenhum botão.
E a chuva insiste em lavar a alma cansada de tentar não sentir o que não faz sentido ...
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