Tudo que é divertido é perigoso. Sky coaster, Bunggy Jump, Rapel, Rachas, Roleta russa, um pico, um pó branco, doses verdes, tudo é divertido, e tudo é perigoso...
O perigo instiga, seduz, nos faz querer saber o quão divertido aquilo pode ser, quanta adrenalina pode causar, quantas senseções diferentes, alucinógenas, que fervem o sangue, ruborizam as faces e explodem em erupção como um vulcão molhando as mãos que agem instintiva e mecânicamente.
Tudo excita e conduz ao labirinto de onde não se sai tão facilmente e onde pode-se ficar perdido por muito tempo. Perder-se no meio das pernas de alguém que te instiga, te excita, te conduz ao mundo de Dionísio, serve a Baco, te provoca e se oferece numa bandeja como uma taça de vinho... é perigoso?
O que é mais lascivo? A diversão, o perigo, ou a devassidão?
Perder-se no labirinto é experienciar a liberdade de estar sozinho junto de alguém, pois a sensação é solitária, só a conhece quem a sente, o outro conhece apenas a própria.
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