Meu coração espera, Apaixonado como sempre, Undívago , sozinho, Rasgado, sangrando, Inútil busca sem fim, Cambaleando prossegue, Inquieto e Otimista até que como um Záfiro você me invade, Aconchegando minha insanidade, Chamando: dengosa, acorda! Hoje nada mais importa, Acordar, dormir, não importa, Rios escorrem do verde, Invadem a alma que grita, Ansiosa por você, as Sendas estão sendo trilhadas, E para nós, a Unica possível Tem Entradas e bifurcações, Agruras infindáveis, Mesclando ontem e hoje, Oscilando entre o sim e o não.
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