22 de junho de 2011

Intrínseca.


Entre meus anjos e meus demônios, no caldeirão do inferno, tudo o que sou passa a fazer sentido.
De um lado o que eu quero ser, do outro o que eu me tornei...

Mascarada, prossigo sem medo de que me descubram, pois não há como. Sou duas, espaçosa o suficiente para me preencher.

O antes e o depois de uma menina que está no passado, que tinha sonhos, queria ser princesa, e poderia ter sido se a vida não lhe tivesse tolhido as asas.

Um misto de calor e frio que aquece e congela almas em um piscar de olhos verdes.

Uma alusão metafórica de alguém que existe intrínseca em mim...


 

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